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Gerenciamento de áreas contaminadas

O processo de Gerenciamento de Áreas Contaminadas visa reduzir, para níveis aceitáveis, os riscos a que estão sujeitos a população e o meio ambiente em decorrência de exposição às substâncias provenientes de áreas contaminadas, por meio de um conjunto de medidas que assegurem o conhecimento das características dessas áreas e dos riscos e danos decorrentes da contaminação, proporcionando os instrumentos necessários à tomada de decisão quanto às formas de intervenção mais adequadas.

Com o objetivo de otimizar recursos técnicos e econômicos, a Metodologia de Gerenciamento de Áreas Contaminadas baseia-se em uma estratégia constituída por etapas sequenciais, onde a informação obtida em cada etapa é a base para a execução da etapa posterior.

A Metodologia de Gerenciamento de Áreas Contaminadas é composta de dois processos: o Processo de Identificação de Áreas Contaminadas (avaliação preliminar, investigação confirmatória, investigação detalhada, avaliação de risco) e o Processo de Reabilitação de Áreas Contaminadas (plano de intervenção, remediação, monitoramento para encerramento).

Os projetos desenvolvidos pela Kopf Ambiental no Gerenciamento de Áreas Contaminadas são:



Trata-se do processo inicial, e fundamental para o correto gerenciamento de uma área.

A etapa de Avaliação Preliminar tem como objetivo caracterizar as atividades desenvolvidas e em desenvolvimento na área sob avaliação, identificar as áreas fonte e as fontes potenciais de contaminação (ou mesmo fontes primárias de contaminação) e constatar evidências, indícios ou fatos que permitam suspeitar da existência de contaminação, embasando sua classificação como Área Suspeita de Contaminação (AS) e orientando a execução das demais etapas do processo de Gerenciamento de Áreas Contaminadas (CETESB, 2017).

O resultado desta etapa traz subsídios para se avaliar a necessidade ou não da realização da investigação confirmatória (amostragens ambientais).

Esta etapa envolve as seguintes diretivas legais e técnicas:

• Decisão de Diretoria CETESB Nº 38 DE 07/02/2017: Dispõe sobre a aprovação do "Procedimento para a Proteção da Qualidade do Solo e das Águas Subterrâneas", da revisão do "Procedimento para o Gerenciamento de Áreas Contaminadas" e estabelece "Diretrizes para Gerenciamento de Áreas Contaminadas no Âmbito do Licenciamento Ambiental", em função da publicação da Lei Estadual 13.577/2009 e seu Regulamento, aprovado por meio do Decreto 59.263/2013, e dá outras providências.
• Manual de Gerenciamento de áreas contaminadas (CETESB).
• ABNT NBR 15515-1: Passivo ambiental em solo e água subterrânea - Parte 1: Avaliação preliminar.

Quando realizar: Desativação de empreendimentos, de forma preventiva na compra de imóveis, atividades/imóveis listados nas resoluções estaduais SMA 10 e 11, atividades relacionadas no Decreto 59.263/2013 (Art 27), e/ou quando exigido pela CETESB.


A etapa de Investigação Confirmatória tem como objetivo principal confirmar ou não a existência de contaminação na área em avaliação, por meio da investigação de todas as fontes potenciais e primárias de contaminação identificadas na etapa de Avaliação Preliminar, e como objetivo adicional a obtenção de dados iniciais necessários à caracterização do meio físico (CETESB, 2017). Esta etapa envolve as seguintes diretivas legais e técnicas:

• Decisão de Diretoria CETESB Nº 38 DE 07/02/2017: Dispõe sobre a aprovação do "Procedimento para a Proteção da Qualidade do Solo e das Águas Subterrâneas", da revisão do "Procedimento para o Gerenciamento de Áreas Contaminadas" e estabelece "Diretrizes para Gerenciamento de Áreas Contaminadas no Âmbito do Licenciamento Ambiental", em função da publicação da Lei Estadual 13.577/2009 e seu Regulamento, aprovado por meio do Decreto 59.263/2013, e dá outras providências.
• Manual de Gerenciamento de áreas contaminadas (CETESB).
• ABNT NBR 15515-2: Passivo ambiental em solo e água subterrânea - Parte 2: Investigação confirmatória.

Quando realizar: Área Classificada como Suspeita (avaliação preliminar), Desativação de empreendimentos, de forma preventiva na compra de imóveis, atividades/imóveis listados nas resoluções estaduais SMA 10 e 11, atividades relacionadas no Decreto 59.263/2013 (Art 27), e/ou quando exigido pela CETESB.


A etapa de Investigação Detalhada tem como objetivo caracterizar o meio físico onde se insere a Área Contaminada sob Investigação (ACI), determinar as concentrações das substâncias químicas de interesse nos diversos meios avaliados, definir tridimensionalmente os limites das plumas de contaminação, quantificar as massas das substâncias químicas de interesse, considerando as diferentes fases em que se encontram, caracterizar o transporte das substâncias químicas de interesse nas diferentes unidades hidroestratigráficas e sua evolução no tempo e caracterizar os cenários de exposição necessários à realização da etapa de Avaliação de Risco (CETESB, 2017).

Esta etapa envolve as seguintes diretivas legais e técnicas:

• Decisão de Diretoria CETESB Nº 38 DE 07/02/2017: Dispõe sobre a aprovação do "Procedimento para a Proteção da Qualidade do Solo e das Águas Subterrâneas", da revisão do "Procedimento para o Gerenciamento de Áreas Contaminadas" e estabelece "Diretrizes para Gerenciamento de Áreas Contaminadas no Âmbito do Licenciamento Ambiental", em função da publicação da Lei Estadual 13.577/2009 e seu Regulamento, aprovado por meio do Decreto 59.263/2013, e dá outras providências.
• ABNT NBR 15.515/2013: Passivo ambiental em solo e água subterrânea - Parte 3: Investigação detalhada.

Quando realizar: em áreas onde a contaminação é evidenciada na etapa de investigação confirmatória (área classificada como Contaminada sob Investigação - ACI)


Os objetivos da Avaliação de Risco são caracterizar a existência de risco aos receptores identificados, expostos e potencialmente expostos às substâncias químicas de interesse presentes na Área Contaminada sob Investigação (ACI) e decidir sobre a necessidade de implementação de medidas de intervenção (CETESB, 2017).

A avaliação de risco é realizada por meio de modelos matemáticos.

Esta etapa envolve as seguintes diretivas legais e técnicas:

• Decisão de Diretoria CETESB Nº 38 DE 07/02/2017: Dispõe sobre a aprovação do "Procedimento para a Proteção da Qualidade do Solo e das Águas Subterrâneas", da revisão do "Procedimento para o Gerenciamento de Áreas Contaminadas" e estabelece "Diretrizes para Gerenciamento de Áreas Contaminadas no Âmbito do Licenciamento Ambiental", em função da publicação da Lei Estadual 13.577/2009 e seu Regulamento, aprovado por meio do Decreto 59.263/2013, e dá outras providências.
• ABNT NBR 16.209/2013: Avaliação de risco a saúde humana para fins de gerenciamento de áreas contaminadas.

Quando realizar: após a etapa de investigação detalhada.


Realizamos modelagem matemática (transporte de contaminantes em meio saturado), a qual é empregada para simular o comportamento temporal de plumas de contaminação, possibilitando a verificação de alterações nos cenários de exposição, e importante para embasar a necessidade de adoção de medidas de intervenção.


O mapeamento de vapores do solo em locais onde ocorre suspeita ou contaminação de solo/água subterrânea por compostos orgânicos voláteis é fundamental para tomada de decisão em processos de gerenciamento de área contaminada.

A Kopf ambiental possui know how na execução de processos de amostragem ativa (ex: USEPA TO-15, TO-15, tedlar bag) e amostragem passiva (Ex: BEACON) de vapores do solo.


A Kopf Ambiental atua como responsável técnica na elaboração e/ou execução do plano de intervenção, o qual deve ser realizado em áreas classificadas como Área Contaminada com Risco Confirmado (ACRi), com base no que determina no artigo 44 do Decreto nº 59.263/2013.

O Plano de Intervenção poderá considerar:
• Medidas de remediação (tratamento e/ou contenção).
• Medidas de engenharia.
• Medidas de controle institucional.


O objetivo principal da etapa de remediação é a recuperação de uma área contaminada, objetivando a reabilitação para uso declarado, que se dá por meio da alcance das metas de remediação (e/ou concentrações máximas aceitáveis) definidas na etapa de avaliação de risco.

A Kopf Ambiental atua com diversas técnicas de remediação, sendo as principais relacionadas abaixo:

• Extração multifásica (MPE).
• Bombeamento e tratamento (P&T).
• Extração de vapores do solo (SVE).
• Air sparging (AS).
• Oxidação /redução química.
• Remoção de solo / resíduo.
• Barreiras reativas.
• Atenuação natural monitorada.
• Biorremediação.

Esta etapa envolve as seguintes diretivas legais e técnicas:

• Decisão de Diretoria CETESB Nº 38 DE 07/02/2017: Dispõe sobre a aprovação do "Procedimento para a Proteção da Qualidade do Solo e das Águas Subterrâneas", da revisão do "Procedimento para o Gerenciamento de Áreas Contaminadas" e estabelece "Diretrizes para Gerenciamento de Áreas Contaminadas no Âmbito do Licenciamento Ambiental", em função da publicação da Lei Estadual 13.577/2009 e seu Regulamento, aprovado por meio do Decreto 59.263/2013, e dá outras providências.

Quando fazer: áreas classificadas como “Área Contaminada com Risco Confirmado (ACRi)”, conforme Decreto Estadual 59.263/2013.


Execução de projetos de monitoramento (solo, sedimento, ar, vapores, água), os quais tem por objetivo a atualização de cenário de uma área contaminada ou a formação do processo de encerramento (reabilitação).


Com base no artigo 56 do Decreto nº 59.263/2013, a desativação, total ou parcial, bem como a desocupação dos empreendimentos onde foram desenvolvidas Atividades Potencialmente Geradoras de Áreas Contaminadas e sujeitos ao licenciamento ambiental, deverá ser precedida de comunicação da suspensão ou o encerramento das atividades no local à CETESB (Plano de desativação). Basicamente, o plano de desativação é composto pelas seguintes etapas:

• Caraterização e destino de materiais e equipamentos;
• Avaliação Preliminar
• Investigação Confirmatória (a ser realizada com base na Avaliação Preliminar, nos casos em que tenham sido identificados indícios ou suspeitas de contaminação). Na realização da remoção de tanques/equipamentos de um empreendimento, não implicando no encerramento das atividades do mesmo, não se faz necessário a instrução do processo de desativação, bastando para tanto o acompanhamento ambiental quanto a retirada dos mesmos.

A Kopf Ambiental possui equipe especializada e capacitada para orientar o cliente na condução desta etapa, de modo a atender a demanda técnica e legal.


A edificação de empreendimentos residenciais, comerciais, industriais e outros usos, em terrenos onde foram desenvolvidas atividades potencialmente geradoras de áreas contaminadas, deverá ser precedida de avaliação da situação ambiental.

Conforme previsto na Decisão de Diretoria nº 038/2017 (CETESB), há necessidade de solicitação de parecer técnico à CETESB nestes casos, onde o órgão municipal está autorizado em emitir licenças de demolição e construção apenas após a manifestação da CETESB.

Desta forma, trata-se de um processo vital para o desenvolvimento de novos negócios e para o setor imobiliário.

Estrutura sólida e com foco em resultado!

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